Casa em Segurança

Março 05 2012

Os condomínios fechados, locais onde as pessoas procuram mais segurança, privacidade e conforto, são alvos cada vez mais frequentes dos arrastões. Em São Paulo, bairros como Morumbi, Higienópolis e Campo Belo são alguns dos que mais sofrem com o problema.

 

Segundo o delegado titular da Delegacia de Roubo a Condomínios da capital paulista, Mauro Fachini, os assaltantes sabem exatamente quais casas que tem joias e dinheiro e, por isso, muitas vezes, durante o arrastão nem todas as casas ou apartamentos do condomínio são assaltados, somente aqueles que são “lucro-certo”.

 

As quadrilhas agem normalmente em grupos grandes, de sete a dez pessoas; nos horários de pico (entre as 5h e 7h ou das 19h às 21h) ou nos finais de semana normais ou prolongados; e se passam por algum morador para entrar nos condomínios. 

 

"Um assaltante liga para o condomínio e se passa por morador. Ele avisa que chegará um carro de um parente ou visitante, e que a entrada deverá ser autorizada. Quando eles chegam, o porteiro libera, eles entram, e dentro do carro está o bando”, explica o delegado. 

 

Pensando nisso, o Portal da Band conversou com Niv Yossef Steimarn, gerente de projetos do grupo GR de segurança, para saber o quê moradores e empresas podem fazer para evitar assaltos. Veja as dicas:

 

Condomínios

 

O especialista explica que a segurança dos condomínios é baseada em três pontos principais:

 

Humano: presença de funcionários da empresa de segurança; treinamento dos funcionários do condomínio para que saibam como evitar a entrada de pessoas desconhecidas; treinamento dos condôminos para que aprendam a importância de cumprir os protocolos e para que consigam, junto com os outros, colaborarem com a segurança.

 

Físico: restringir acessos ao condomínio aumentando os muros, blindando as guaritas e criando a clausura (processo em que a entrada de pessoas no condomínio é feita por dois portões).

 

Eletrônico: Instalação de cercas elétricas, alarmes e monitoramento remoto.

 

Se algum desses itens falha, abre-se uma brecha para os assaltantes conseguirem entrar no condomínio e concretizar o assalto. Uma das alternativas para ajudar a inibir o crime é contratar empresas para segurança particular. O serviço não é tão barato, mas diminui as chances de o condomínio ser escolhido pelos assaltantes. Em média, a contratação de um posto de segurança 24 horas custa R$ 15 mil e precisa de quatro funcionários por dia.

 

Moradores precisam colaborar 

 

Niv Yossef Steimarn explica que o primeiro passo para tentar se prevenir de um assalto é evitar que os ladrões tenham informações privilegiadas. Isso quer dizer que quanto menos pessoas souberem o quanto de joias ou dinheiro você tem guardado em casa, melhor. Filhos, encarregadas da limpeza, amigos e visitantes não precisam saber da existência dos artefatos de valor que a família guarda. E sempre que for utilizar joias em um evento ou festa, coloque-as somente ao chegar ao local, não saia de casa com elas.

 

Não reaja a assaltos 

 

O delegado Mauro Fachini alerta: "se o seu condomínio estiver sendo assaltado, não reaja. Não olhe fixamente para o assaltante porque ele pode entender isso como uma intimidação. Se você perceber a ação dos ladrões antes de entrar no condomínio, acione a polícia”.

fonte:http://www.band.com.br/n

publicado por adm às 12:50

Fevereiro 21 2012

O ano passado houve todos os dias 90 assaltos a casas e carros em Lisboa e no Porto, segundo dados da PSP citados pelo «Diário de Notícias».

Em 2011, foram denunciados 200 mil crimes nestas duas cidades, sendo o roubo de automóveis o mais frequente. Só no ano passado foram roubados 22 mil veículos.

Mais de metade dos crimes registados pela PSP nas duas grandes cidades do país são roubos. Depois dos automóveis, surgem os furtos em casa, com 11 mil ocorrências.

Segue-se o roubo de carteiras, com nove mil roubos no ano passado.

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/s

publicado por adm às 19:20
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Fevereiro 21 2012

Alguns cuidados não impedem uma visita indesejada à sua casa, mas podem dificultar a vida aos larápios.

Seguros do recheio, alarmes e cofres são algumas formas de proteger a sua casa da cobiça alheia, mas existem ainda algumas cautelas da sua parte que podem prevenir um assalto. Fechar portas e janelas, não exibir objectos de grande valor e a quebra de algumas rotinas são alguns dos cuidados que deve ter em atenção .

1. Não facilite: Nunca deixe chaves perto da porta de entrada, dentro das caixas do correio ou com etiquetas, já que os assaltantes sabem dos esconderijos mais óbvios. Outro conselho útil é afastar objectos de valor que estejam próximos das janelas ou à vista. Se mora num prédio não facilite a entrada a desconhecidos através do intercomunicador.

2. Quebre com rotinas: Rotinas diárias do dia-a-dia ajudam os possíveis assaltantes a perceber se está ou não em casa. Tente, sempre que possível, quebrar este tipo de hábitos.

3. Fechar portas e janelas: É o conselho mais básico para manter a sua casa em segurança. Antes de sair verifique se deixou todas as portas e janelas bem fechadas e não se esqueça de que uma porta com uma estrutura forte, de preferência blindada e com fechaduras de segurança pode ajudá-lo a precaver-se da entrada de "visitas indesejadas".

4. Objectos valiosos em segurança: Mesmo que o seu seguro abranja o recheio, deve manter em segurança objectos valiosos como jóias, obras de arte ou colecções sobretudo caso se ausente de casa. O ideal é ser no cofre de um banco. Catalogue também os objectos de valor, anote os seus números de série e tire fotografias.

5. Previna-se nas ausências por longos períodos: Uma casa vazia durante muito tempo é um alvo ainda mais fácil para os ladrões. Nestas situações, a solidariedade entre vizinhos pode ajudar a inibir potenciais assaltantes. Se tiver familiaridade com algum vizinho peça-lhe ajuda para dar uma aparência de actividade à sua residência através de tarefas simples como a recolha de correspondência, a abertura regular das persianas ou cortinas durante o dia e a iluminação do interior em algumas noites. Pode ainda colocar um temporizador em algum candeeiro para que este se ligue sozinho à noite, dando a impressão de que a casa está ocupada. Evite comentar em público ou com desconhecidos que vai estar ausente.

fonte:http://economico.sapo.pt/

publicado por adm às 18:02

Fevereiro 10 2012

Seguros que protegem o recheio, a instalação de alarmes ou de cofres são algumas das alternativas disponíveis para proteger os seus bens.

Onda de assaltos". Nos últimos tempos habituamo-nos a ouvir cada vez mais esta expressão nos noticiários ou a lê-la nas capas dos jornais. Só nos últimos dois anos, de acordo com um relatório recente da PSP, a criminalidade violenta disparou 10%. Esta realidade levou mesmo o Governo a adoptar uma estratégia com vista à prevenção e à repressão de um conjunto de crimes como assaltos a farmácias, ourivesarias, carrinhas de transportes de valores mas também roubos a viaturas e residências. Os especialistas explicam o aumento da criminalidade como uma consequência da crise económica.

Tendo em conta que a crise não será ultrapassada no curto prazo, a expectativa é de que ao longo dos próximos tempos o crescendo da criminalidade e do sentimento de insegurança persistam. Contudo, os particulares têm diversos mecanismos disponíveis para melhor protegerem os seus bens. Mais concretamente as suas casas. Seguros para o recheio, alarmes ou cofres são apenas alguns exemplos. O Diário Económico foi tentar perceber se existe uma maior procura por estes mecanismos de segurança e qual o custo que lhes está associado. Segundo as nossas contas, basta gastar 11 cêntimos por dia para reforçar a segurança da sua casa através de um seguro.

As seguradoras Tranquilidade e a FidelidadeMundial/Império Bonança, por exemplo, não notam uma maior procura pela cobertura do recheio devido ao aumento da criminalidade. Mas os clientes parecem estar mais alerta para essas situações. "Temos notado uma preocupação crescente dos nossos clientes com o actual contexto económico em proteger os seus bens devido à criminalidade, o que torna a cobertura de furto ou roubo uma das garantias mais valorizadas quando aderem ao seguro", revela fonte oficial da Fidelidade. Em termos práticos, a subscrição de um seguro para o recheio representa um custo anual em torno de 40 euros anuais (ver caixa). Para além das coberturas habituais como incêndio, danos por água e fenómenos sísmicos, os seguros de recheio incluem também, entre outras, a protecção contra furtos ou roubos.

Outra forma de reforçar a segurança dos imóveis é através da instalação de portas blindadas, fechaduras com segurança e cofres. Os dois primeiros mecanismos são aqueles nos quais as pessoas estão a apostar mais. O custo para colocar uma porta blindada ascende a, pelo menos, cerca de 900 euros, enquanto que a instalação de uma fechadura com sistema anti-gazua pode custar a partir de 400 ou 500 euros. No caso dos cofres, apesar de não representarem uma fatia considerável do mercado, segundo Ricardo Pires, da Chave Mestra, os modelos que se fixam à parede e que têm segredo digital são os mais procurados. Equipamentos que custam, em média, 300 euros, mas que são possíveis de adquirir a partir de pouco mais de cem euros. Mas caso estes elementos de segurança não sejam suficientes para manter em segurança os seus bens, pode sempre optar por instalar um alarme na residências. As empresas de segurança têm diversas soluções disponíveis, com custos mensais que rondam entre os 25 e os 27 euros, no caso da Prosegur e da Securitas, respectivamente, a que acresce o custo de instalação deste sistema de segurança, que facilmente ultrapassa os 600 euros. E pode sempre optar por depositar os seus bens mais valiosos no cofre de um banco. Muitas instituições financeiras disponibilizam o aluguer de cofres e, segundo fontes oficiais do BES e do Montepio, este tipo de serviços tem sido cada vez mais procurado.


Quatro formas de proteger os seus bens

Seguros para o recheio
Os seguros do recheio também são uma forma de proteger a sua casa contra roubos. Com base em simulações em três seguradoras- Tranquilidade, Axa e Zurich- este seguro representa aproximadamente um encargo anual entre 38,75 euros e 47,64 euros. A nossa simulação foi feita para o caso de um recheio avaliado em 25 mil euros. Contudo, ao fazer um seguro tenha em atenção que algumas seguradoras impõem uma franquia à conta dos clientes caso o seguro seja activado.

Alarmes
A instalação de um alarme é uma forma de proteger não só os bens como as próprias pessoas. Segundo o site da Securitas, a instalação de um Kit Alarme Casa que inclui um módulo de comunicações por SMS/GSM/GPRS e detectores de movimento com câmara a cores pode custar 79 euros, ao qual acrescem 540 euros pelo equipamento, bem como 27 euros mensais pela manutenção. Já a instalação do VideoActiva da Prosegur, que detecta e filma, tem um custo mensal de 25 euros, a que acrescem ainda 520 euros pela instalação do equipamento (valores sem IVA).

Cofres em casa
Uma das formas de proteger bens valiosos em casa é através da instalação de cofres. Os modelos que se fixam à parede e que possuem como mecanismo de segurança um código digital são normalmente os mais usados. Existem para todos os tamanhos e preços que podem chegar aos cinco mil euros. Contudo, a partir de pouco mais de 100 euros já é possível instalar um cofre com essas características (dimensão: 20 cm altura x 40 cm de largura x 30 profundidade). Já a instalação de uma porta blindada custa pelo menos 900 euros.

Cofres dos bancos
Os cofres dos bancos são uma alternativa para quem prefere guardar os seus bens fora de casa. A maior parte dos bancos disponibiliza este tipo de serviços. O preço do seu aluguer varia consoante as instituições e a dimensão do cofre. Com base nos preçários de seis bancos- CGD, BCP, Santander, Montepio, Banif e Barclays- o aluguer destas "caixinhas" pode custar entre 24,79 euros e 2.151,24 euros (antes de IVA), ao ano. Além da anuidade, a generalidade dos bancos cobra ainda uma caução, entre 75 e 200 euros. Alguns cobram também uma comissão por cada visita.

fonte:http://economico.sapo.pt/

publicado por adm às 23:20

Fevereiro 05 2012

Há quatro casas que são assaltadas por hora em Portugal. Em 2011, registaram-se 35 mil furtos deste género, um aumento de sete por cento em relação a 2010.

Já os roubos por esticão aumentaram 28 por cento para 7900 casos neste ano.

Tanto em casas como nas pessoas, os assaltantes procuram muito o ouro, cada vez mais fácil de vender.

Os dados do relatório anual de Segurança Interna, a que o «Correio da Manhã» teve acesso, mostram ainda que o número de sequestros e raptos aumentou sete por cento e que os roubos a ourivesarias subiram 15 por cento.

Em tendência contrária estão os assaltos a carrinhas de valores, bancos e homicídios.

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/s

publicado por adm às 23:37

Janeiro 15 2012

A possibilidade de ocorrência de um assalto à sua residência é um facto a ter sempre em conta. Para a proteger, poderá instalar um sistema de tipo mecânico ou electrónico. A primeira opção utiliza–se para impedir ou, pelo menos, dificultar a entrada dos intrusos. A segunda serve para avisar, em tempo útil, os moradores, os vizinhos ou a polícia de que alguém entrou na casa. As casas que permanecem desocupadas durante todo o dia ou que não são habitadas durante longos períodos são, naturalmente, as mais ameaçadas. Nesse caso, além da instalação de sistemas de protecção e alarme, também é conveniente subscrever um seguro adequado.

As protecções mecânicas
Uma boa prevenção em matéria de protecção começa pela avaliação dos pontos mais vulneráveis da casa. Na maior parte dos casos, os ladrões entram pelas portas e, menos frequentemente, pelas janelas. Para identificar outras entradas possíveis, tente imaginar por onde entraria se, por exemplo, tivesse perdido as chaves, ainda que fosse necessário fazer alguns estragos.

A melhor solução para o reforço das portas e umbrais é substituir a estrutura original por uma porta blindada, com vários pontos de fixação num umbral. Este sistema é particularmente eficaz quando a porta principal é uma das poucas entradas possíveis (como é o caso, por exemplo, num apartamento situado num sexto andar). Também é útil numa moradia, desde que acompanhado por outros elementos de segurança, porque de nada serve instalar uma porta blindada se as outras vias de acesso estiverem desprotegidas!
No entanto, como esta solução tem custos elevados, também convém ter em conta a possibilidade de reforçar os vários componentes da porta.
Para evitar que a porta possa ser retirada das dobradiças, coloque cavilhas de ancoragem. Esta solução é barata e eficaz.
Muitas portas de entrada ainda estão equipadas com fechaduras simples, que se podem arrombar facilmente. As fechaduras de canhão clássicas são mais seguras, ainda que não totalmente invioláveis. Para maior segurança, dê sempre uma dupla volta de chave. Hoje em dia, as fechaduras de segurança (com várias linguetas e trancas) são cada vez mais frequentes. Se quiser reforçar a segurança da porta principal sem ter de mudar a fechadura original, pense na possibilidade de instalar uma segunda fechadura ou um ferrolho de segurança, procurando que as duas fechaduras fiquem tão afastadas uma da outra quanto possível.
As trancas são pouco estéticas, mas muito eficazes, sobretudo se as suas linguetas entrarem directamente na parede, porque dessa forma, a porta e o umbral ficam duplamente protegidos.
A chapa-testa é a peça da fechadura onde encaixam o trinco e a lingueta. Se a sua porta de entrada tiver uma chapa-testa tradicional, ou seja, uma chapa com cerca de 20 centímetros de comprimento fixada ao umbral por meio de dois ou três parafusos, pode substituí-la por uma com parafusos mais sólidos ou em maior número e que se fixe directamente na parede.
A placa de protecção e o escudete de segurança têm um papel importante: proteger a fechadura e o canhão, pelo que é conveniente que sejam de metal maciço, com os rebordos cortados em bisel (sem nenhum ponto de apoio para alicates, por exemplo) e aparafusados a partir do interior.
Ao instalar uma porta blindada, é conveniente substituir ou reforçar também o umbral, que, por vezes, se torna o ponto mais vulnerável. Esse reforço pode ser feito, por exemplo, através da instalação de uma cantoneira ao lado da chapa–testa.
Os ferrolhos, com ou sem corrente, a sua eficácia é sempre limitada. Se o objectivo é não permitir a entrada de intrusos, é conveniente colocar também um óculo na porta e iluminar adequadamente o exterior.
As janelas constituem a segunda via de acesso mais utilizada pelos ladrões.
• Uma boa tranca na persiana pode impedir que esta seja aberta a partir do exterior. Deve ser instalada na parte superior da persiana e poder accionar-se sem que se tenha de abrir a janela. Caso contrário, pode haver a tentação de não a utilizar.
• Os manípulos com fechadura e tranca dificultam a entrada aos intrusos, mas não dão garantias de segurança absoluta.
• As grades, geralmente utilizadas em janelas do rés-do-chão, constituem uma boa protecção. Deve haver um espaço de 10 a 12 centímetros entre as barras verticais e de 20 centímetros entre os reforços horizontais.
• Os vidros simples não são um verdadeiro obstáculo para os ladrões. Os vidros duplos são mais difíceis de quebrar, pelo menos sem ruído, No entanto, só os vidros laminados, compostos por camadas sucessivas de vidro e de material sintético, são verdadeiramente resistentes.

ALGUMAS PRECAUÇÕES ELEMENTARES

1. Quando sair de casa, mesmo que seja por pouco tempo, não deixe portas ou janelas abertas: os mosquiteiros, as pequenas janelas da casa de banho ou a porta da garagem podem constituir, para osladrões, um autêntico convite ao roubo.
2. Nunca esconda a chave em locais óbvios (debaixo do tapete da entrada, por exemplo), nem a deixe na fechadura, do lado de dentro.
3. Não deixe em locais acessíveis qualquer tipo de material que possa ajudar um ladrão (um escadote no jardim, por exemplo).
4. Se sair à noite, deixe uma lâmpada ou um rádio acesos e corra as cortinas. Procure, sobretudo, que os objectos de valor (o televisor, etc.) não possam ser vistos da rua, para evitar tentações.
5. Quanto se ausentar de casa por um período relativamente longo (fim-de-semana, férias, viagem de trabalho, etc), disponha tudo para que não o pareça. Se possível, peça a um vizinho que estacione o carro
diante da sua casa e recolha diariamente o correio. Não deixe qualquer tipo de mensagens que indiquem a sua ausência.
6. Se a casa estiver equipada com postigos ou persianas, é recomendável não as deixar todo o dia fechadas. Peça a um familiar ou a um amigo que as abra durante o dia e as feche à noite. Se isso não for possível, o melhor é fechar as das traseiras e deixar abertas as da fachada.
7. Utilize temporizadores para acender e apagar as lâmpadas a determinadas horas do dia ou da noite, dando assim a impressão de que está alguém em casa. No entanto, se isto for feito todos os dias à mesma hora, o ladrão pode detectar facilmente a ausência dos moradores. A este nível, os temporizadores semanais têm mais possibilidades.
8. Não feche à chave as portas interiores nem os armários, para evitar danos inúteis se, apesar de tudo, a casa for assaltada.

*** As protecções de segurança são muito úteis, pois podem dificultar ou impedir a entrada dos ladrões. Mas, por outro lado, também podem dificultar a saída dos residentes, em caso de incêndio ou outras emergências. Desse ponto de vista:
- uma única fechadura que accione várias linguetas e barras blindadas é preferível a várias fechaduras que funcionem com chaves diferentes;
- se instalar um cadeado que só seja acessível a partir do interior, escolha um modelo sem chave;
- prefira os manípulos ou trancas de janela cujo canhão seja compatível com a chave da porta de entrada.
As entradas secundárias
• As grades dos respiradouros (feitas de um material resistente e com aberturas pequenas) devem ser fixadas às paredes de forma sólida, através de correntes ou argolas de ferro.
• As janelas das caves devem ser protegidas por meio de barras metálicas.
• As clarabóias devem estar equipadas, de preferência, com vidro inquebrável ou protegidas, do interior, por meio de uma grade metálica. Coloque os parafusos de forma a que não possam ser desaparafusados a partir do exterior.

Os sistemas de alarme
Em síntese, um sistema de alarme funciona da seguinte forma: um detector regista os movimentos ou acontecimentos anormais (o quebrar de um vidro, por exemplo) e envia um sinal ao sistema central, que acciona o alarme. Este pode actuar de diferentes modos:
- por meio de uma sirene e/ou de luzes que façam fugir o ladrão e avisem os moradores, os vizinhos ou os transeuntes de que algo se está a passar e, ao mesmo tempo, permitam à polícia localizar rapidamente o local;
- com o auxílio eventual de uma sirene extra no interior;
- através de um sistema de transmissão telefónica (mais raro), que marca automaticamente os números de telefone para que está programado, emitindo uma mensagem de aviso.
No exterior, para além dos sistemas equipados com detectores e sirenes, também se pode instalar um aparelho electrónico mais simples, que liga automaticamente a iluminação exterior quando alguém se aproxima da casa. É um sistema prático para os moradores, mas bastante incómodo para os ladrõesque se aproximam das casas ao abrigo da escuridão. Ao contrário dos sistemas tradicionais, este aparelho funciona antes de o ladrão tentar entrar na casa e, além disso, por ser silencioso, reduz os incómodos em caso de falso alarme. No interior, a detecção pode ser feita de duas formas complementares: por meio de detectores perimétricos ou volumétricos.
Os detectores perimétricos funcionam, geralmente, através de contactos magnéticos accionados pela abertura de portas ou janelas. Os restantes tipos (células fotoeléctricas, contactos por vibração, etc.) são muito menos utilizados e, à excepção dos detectores de arrombamento de vidros, menos aconselháveis.
Os detectores volumétricos detectam a presença de qualquer pessoa que se encontre dentro da casa, independentemente da forma como tenha entrado. Este tipo de detectores pode funcionar por meio de infravermelhos passivos, sensíveis ao calor do corpo, ou de ultra-sons. Também existem detectores combinados, que limitam as possibilidades de ocorrência de um falso alarme, mas são mais caros e a sua regulação é mais delicada.
A unidade central protegida por uma caixa metálica, constitui o cérebro da instalação, Por razões de comodidade, deve colocar-se numa zona protegida, próxima do acesso habitualmente utilizado pelos moradores. É alimentada através de um circuito próprio (220 volt) e possui uma bateria como alimentação de apoio.
O alarme na maioria dos casos, é dado por uma sirene interior e/ou por uma sirene exterior, alimentada através da bateria. A sirene costuma estar dentro de uma caixa metálica que se coloca num local facilmente visível (para efeitos de dissuasão), a uma altura de 3-4 metros. Ao lado ou sobre a caixa encontra-se uma lâmpada, que pisca quando a sirene é accionada.
Os falsos alarmes são o principal inconveniente dos sistemas de protecção electrónica. Infelizmente, quanto mais sensível for o sistema, maior será a probabilidade de aqueles ocorrerem. Uma boa parte é causada pelo próprio equipamento; o resto deve-se a erros humanos (o esquecimento de fechar uma janela, por exemplo), à presença de animais domésticos, etc.
O alarme de porta é um um pequeno aparelho que funciona a pilhas e que activa uma sirene interior quando a porta é aberta. É um sistema barato, mas pouco eficaz, já que:
- o ruído da sirene nem sempre é suficientemente forte;
- o aparelho não está protegido contra a sabotagem: uma pancada forte com um objecto contundente pode bastar para “calar” a sirene.

fonte:http://www.facavocemesmo.net/como-proteger-a-sua-casa-dos-ladroes/

publicado por adm às 12:31

Dezembro 28 2011

Três dos quatro detidos por assalto à mão armada a uma idosa e furto qualificado no distrito de Bragança vão ficar a aguardar julgamento em prisão preventiva, disse esta terça-feira fonte da Polícia Judiciária (PJ).

Segundo a fonte, o Tribunal de Vinhais aplicou ao quarto elemento do grupo, de nacionalidade espanhola, o Termo de Identidade e Residência, proibindo-o de sair do país, escreve a Lusa.

As detenções decorreram no âmbito de uma operação desencadeada segunda-feira pela Unidade Local de Investigação Criminal de Vila Real, que contou com a colaboração da GNR de Bragança, Macedo de Cavaleiros e Mirandela.

Os quatro homens, desempregados e idades compreendidas entre os 23 e 34 anos, são suspeitos da autoria de um roubo ocorrido na madrugada do dia 17, em Vinhais.

Os suspeitos, munidos de caçadeiras, gorros e luvas, terão arrombado a porta de entrada da casa de uma idosa, que vivia sozinha e que ficou desapossada de vários artigos em ouro e de dinheiro.

Os homens terão ainda perpetrado, pelo menos, doze crimes de furto qualificado durante o mês de Dezembro em várias residências e estabelecimentos localizados em localidades do distrito de Bragança.

O grupo escolhia casas de pessoas idosas, que vivem sozinhas, e ainda residências de emigrantes.

No decorrer da operação, a PJ apreendeu 14 caçadeiras e carabinas, uma réplica de arma de fogo e centenas de munições, e recuperou ainda centenas de objectos furtados, nomeadamente ouro, electrodomésticos, bebidas brancas, objectos de ornamentação e produtos alimentares, nomeadamente fumeiro.

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/

publicado por adm às 17:37

Dezembro 28 2011

Circuito fechado ou circuito interno de televisão (também conhecido pela sigla CFTV; do inglêsclosed-circuit televisionCCTV) é umsistema de televisão que distribui sinais provenientes de câmeras localizadas em locais específicos, para um ou mais pontos de visualização.

 

Funcionamento

O sistema do circuito interno é na sua versão mais simples constituido por câmera(s), meio de transmissão e monitor. Inicialmente sendo um sistema analógico, o CFTV transmitia as imagens das câmeras por meio de cabo coaxial para monitores CRT (analógicos). Esta transmissão era e é apenas destinada a algumas pessoas, pelo que se trata de um sistema fechado. O facto de ser um sistema fechado e a captura e transmissão das imagens ser de acordo com os conceitos e formatos da televisão analógica conduziu à sigla CFTV.

Evolução

Os circuitos internos encontram-se em estado de grande evolução, quer em termos de tecnologia quer em termos aplicacionais. Em termos tecnológicos, é hoje possível ter o sistema todo em formato digital, usufruindo das mais valias da era digital. Em termos aplicacionais o circuito interno de televisão já não é apenas um sistema simples de monitorização desegurança, tendo evoluído para áreas como o reconhecimento facial, reconhecimento de matrículas, vigilância rodoviária etc...

O sistema de circuitos internos não é aplicado somente com propósitos de segurança e vigilância, também é utilizado em outras áreas como laboratórios de pesquisa, em escolas,empresas privadas, na área médica, pesquisa e monitoramento de fauna e flora, monitoramento de relevo, condições climáticas, controle de processos assim como nas linhas de produção de fábricas. Algumas destas áreas não utilizam a designação CFTV.

Devido à sua larga possibilidade de utilização, o circuito interno acaba se tornando em um sistema promissor, com um amplo mercado.

fonte:http://pt.wikipedia.org/

publicado por adm às 16:25

Dezembro 28 2011
Tanto se estiver interessado em instalar um novo sistema de Videovigilância IP, como se quiser melhorar o seu sistema actual de CCTV (circuito fechado de TV), a D-Link pode ajudá-lo com as soluções que melhor se adaptam às necessidades da sua empresa. Com a grande vantagem de fazer tudo que é habitual num sistema de CCTV e muito mais, as soluções de Videovigilância IP não oferecem apenas um excelente valor como também são mais simples de instalar e gerir. Alem disso, havendo a possibilidade de integrar as novas câmaras IP em sistemas CCTV existentes, poderá planear a migração mais adequada às suas necessidades e orçamento.

 

 

As vantagens da Videovigilância IP


 

Apesar da Videovigilância IP funcionar de forma semelhante ao tradicional circuito analógico CCTV, a diferença mais importante é que las câmaras IP digitalizam as imagens que captam, eliminando assim la necessidade de converter o sinal para analógico. Estes dados digitais em formato de pacotes de dados de rede IP podem ser transmitidos para a sala de controlo local, assim como podem ser enviamos remotamente para monitorização externa. Graças à utilização do protocolo IP não é necessário nem cabos especiais nem nenhuma instalação para além da rede local, ou do acesso à Internet em caso de monitorização, que pode ser realizada a partir de um PC ou de um Mac, ou até de dispositivos móveis como iPad/iPhone ou Smartphones/Tablets Android. Obviamente, as câmaras IP precisam de alimentação eléctrica, mas podem ser alimentadas pela rede local usando PoE (Power over Ethernet), minimizando assim a cablagem necessária.

As outras vantagens incluem a integração de áudio e de detectores de movimento nas câmaras, para que possam enviar uma notificação de alarme por correio electrónico, para reduzir a necessidade de pessoal de segurança.

Migração a partir de CCTV

As vantagens das câmaras IP não se limitam à sua funcionalidade. Graças às modernas tecnologias Plug and Play, as câmaras são mais fáceis de instalar. Pode migrar para Videovigilância IP ao seu próprio ritmo, com sistemas IP e de CCTV a coexistirem no mesmo ambiente tanto tempo quanto necessário, de forma a poder planear o seu orçamento segundo as suas necessidades.

 

 

Aproveite a sua instalação actual

Terá de adquirir câmaras IP e usar codificadores de vídeo se quiser continuar a usar as câmaras analógicas que já tem instaladas - não precisará de mais nada. Todo o sistema pode ser gerido com um PC com sistema operativo Windows, os servidores e ambientes de rede associados. Além disso, não precisa de uma manutenção dedicada ou um contrato de suporte adicional.

 

D-ViewCam

Todas as nossas câmaras vêm com o software “D-ViewCam” incluído, gratuitamente. Trata-se de um software completo de controlo de Videovigilância com uma interface amigável que lhe permite controlar até 32 câmaras IP D-Link. A interface intuitiva inclui a monitorização programada, gravação por movimento ou por detecção de áudio, ou eventos para toda a classe de aplicações de segurança.

fonte:http://www.dlink.pt/c

publicado por adm às 16:20

Dezembro 28 2011

Que camara devo escolher? Sabemos que para a maioria das pessoas a escolha de uma camara é algo  complicado. Assim aconselhamos que pondere os seguintes pontos:

Chassi 
- A mesma camara pode ser fornecida em chassis (caixas) de formatos distintos. Convencional, Estanque com IV, Minis / Especiais, Dome, Speed Dome.

Chassi convencional (camara clássica) para uso interior, permite usar lentes auto iris.
Estanque com IV para uso exterior, camaras para espaços exteriores ou ambientes húmidos. São camaras que têm incorporados leds de infra vermelhos, para visualização nocturna.

Minis / Especiais - Camaras para aplicações especificas, esconder, montagem em caixas ou locais onde se pretende que não sejam vistas, montagem em automoveis, etc.

Dome - Camara com aspecto de meia bola, podendo ser montadas no tecto e/ou parede. Este formato é principalmente estéctico. Existe neste formato camaras dome normais, estanques, com infra vermelhos, anti vandalismo.

Speed Dome -  Camaras com motores, que podem ser controladas remotamente para determinada posição. Permitem regular os eixos verticais e orizontais e a lente. Podem ainda memorizar várias macros para memorizar pontos destintos.

Lente - a escolha da lente deve ter em conta a àrea que se pretende captar e a distância a que se encontra a camara.
Consulte o seguinte site para poder calcular qual a lente que se adequa ao seu caso 
Se não sabe exactamente qual a lente a escolher deve optar por uma lente varifocal, podendo assim regular a mesma no local.
Caso a camara esteja instalada em local com grande variação de luz durante o dia deve optar por uma camara auto iris.

A côres ou a Preto e Branco - hoje em dia as camaras a preto e branco já são raras. Porem se não tem necessidade de visualizar a côres normalmente as mesmas têm resolução mais elevada.
As camaras a côres permitem uma identificação melhorada, pois temos a côr. Atenção que as camaras a Côres quando usadas com infra Vermelhos ou as versões de baixa luminosidade ficam com a imagem a preto e branco em utulização nocturna.

Camaras Anti Vandalismo - Caso pretenda instalar uma camara em local onde receie que a mesma seja danificada deve optar por uma camara anti vandalismo.

 

fonte:http://www.alarmes-cctv.com

 

publicado por adm às 16:17

Numa altura em que assistimos a uma onda de assaltos a residências sem precedências, todos os cuidados são poucos para nos protegermos. Aqui ficam dicas, concelhos, sistemas de segurança e algumas das noticias sobre os actuais assaltos a casas.
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